Compartilhar

Execução PDV

Gôndola de supermercado: execução e resultado no canal alimentar

Como reduzir ruptura de gôndola em até 40%: guia prático

Entenda o que é gôndola de supermercado, como o espaço é disputado e como uma execução estruturada impacta o sell-out no canal alimentar.

10 Minutos

gestao folha de pagamento
gestao folha de pagamento

A gôndola de supermercado é o principal campo de batalha do trade marketing no canal alimentar. É onde o produto encontra o shopper, onde a marca disputa atenção com dezenas de concorrentes e onde uma execução falha se traduz diretamente em venda perdida. Segundo pesquisa "A hora certa de ativar o shopper", da Nielsen, cerca de 70% das decisões de compra são tomadas na frente da gôndola. Isso significa que o destino do sell-out de uma marca é definido, em grande parte, nesse espaço de poucos metros.

Entender a gôndola como ativo estratégico, e não como detalhe operacional, é o que separa marcas que crescem consistentemente no canal alimentar de marcas que investem em produto, distribuição e mídia, mas perdem a venda no último metro.

O problema que encontramos com frequência no campo é diferente. Marcas chegam bem listadas, com estoque disponível e campanhas ativas, mas a execução na gôndola está falhando de formas silenciosas: produto no nível errado da prateleira, frentes insuficientes, preço ilegível, material de comunicação desconfigurado, ruptura não monitorada. Cada um desses desvios reduz a probabilidade de o shopper escolher aquele produto no momento da decisão.

A Opus atua diretamente nesse ambiente. Em cada visita ao PDV, nossa equipe executa checklist de conformidade de gôndola, registra evidências fotográficas com geolocalização e reporta indicadores de presença, ruptura e organização para a indústria. Não escrevemos sobre gôndola como observadores. Operamos nesse espaço todos os dias.

Neste artigo, explicamos o que é gôndola de supermercado, como o espaço é disputado, o que define uma execução de qualidade e como medir se a sua marca está performando bem nesse ambiente.

O que é gôndola de supermercado e por que ela define o sell-out da sua marca

Gôndola de supermercado é a estrutura de prateleiras onde os produtos ficam expostos para o shopper no ponto de venda. É o principal espaço de exposição do varejo alimentar e o ambiente onde a maioria das decisões de compra acontece.

Mas gôndola não é apenas mobiliário. É o resultado de uma série de decisões estratégicas: quais produtos ocupam quais posições, em quantas frentes, em qual nível de prateleira, com qual comunicação visual e com qual frequência de reposição. Cada uma dessas decisões impacta diretamente a visibilidade da marca e a probabilidade de o shopper escolher aquele produto.

Marcas que tratam a gôndola como consequência natural da distribuição perdem para marcas que tratam a gôndola como ativo gerenciado. A diferença não está no produto. Está na execução.

Estrutura física da gôndola: tipos, níveis e organização por categoria

As gôndolas de supermercado variam em formato conforme a categoria de produto e o layout da loja. Os principais tipos no canal alimentar são:

Gôndola seca: estrutura padrão para produtos não perecíveis, como alimentos não refrigerados, bebidas em temperatura ambiente, higiene e limpeza. É o formato mais comum nos corredores de supermercado.

Gôndola refrigerada: estrutura com sistema de resfriamento para laticínios, frios, embutidos, bebidas geladas e alimentos prontos refrigerados. Exige atenção especial ao abastecimento e ao controle de temperatura.

Gôndola de frios e açougue: espaços específicos para categorias de alta rotatividade e shelf life curto, como carnes, queijos e embutidos. A execução nesse tipo de gôndola exige reposição frequente e controle rigoroso de validade.

Dentro de cada gôndola, a posição na prateleira define o potencial de visibilidade do produto. O conceito de eye level is buy level é amplamente validado no varejo: produtos posicionados na altura dos olhos do shopper têm significativamente mais chance de ser notados e escolhidos do que produtos nas prateleiras mais altas ou mais baixas. A disputa por esse espaço é intensa e reflete diretamente nas negociações entre indústria e varejista.

Como o espaço de gôndola é disputado: share, precificação e negociação com varejista

O espaço de gôndola é um recurso escasso. Dentro de uma categoria, diversas marcas competem por posições limitadas, e o varejista define a distribuição desse espaço com base em critérios comerciais, de giro e de relacionamento com a indústria.

Share de gôndola é o percentual do espaço total de uma categoria que uma marca ocupa. Uma marca com 30% de share de gôndola em determinada rede tem três vezes mais frentes visíveis do que uma marca com 10%. Isso impacta diretamente a probabilidade de ser escolhida pelo shopper, especialmente em categorias onde a decisão de compra é feita por impulso ou hábito.

A negociação de espaço com o varejista envolve contrapartidas comerciais: volume de compra, participação em tabloides, verba de cooperação e, em alguns casos, pagamento direto por posição ou ponta de gôndola. Marcas que não têm equipe de campo estruturada para monitorar e manter o espaço negociado perdem esse investimento ao longo do tempo, porque o varejista reorganiza a gôndola conforme sua própria lógica operacional.

O número de facings, ou seja, o número de frentes visíveis de um produto na prateleira, é outro fator crítico. Mais facings significam mais presença visual, mais chances de ser notado e, em geral, melhor performance de sell-out. Mas facings sem reposição adequada resultam em ruptura, que é exatamente o oposto do que se quer.

Execução em gôndola: abastecimento, planograma e presença de material de PDV

O que é planograma e como ele define o posicionamento da sua marca

Planograma é o mapa visual que define onde cada produto deve estar posicionado na gôndola: qual prateleira, qual posição, quantas frentes. Ele é desenvolvido pela indústria ou em conjunto com o varejista e precisa ser seguido com precisão em campo. Quando o promotor não verifica a conformidade do planograma em cada visita, o produto migra de posição, perde frentes para concorrentes e sai do eye level. A Opus incorpora a verificação de conformidade de planograma no checklist padrão de cada visita ao PDV.

Abastecimento é manter o produto disponível na prateleira quando o shopper passa. Ruptura, que é a ausência do produto na gôndola, é uma das principais causas de perda de venda no canal alimentar. O shopper que não encontra o produto que procura raramente espera: ele leva o concorrente ou não compra. A reposição precisa ser dimensionada com base no giro real do produto por loja, com frequência de visita calibrada para evitar espaços vazios.

Material de comunicação no PDV, como wobbler, stopper, faixa de gôndola e testeira, reforça a presença visual da marca no espaço de exposição e atrai a atenção do shopper no corredor. Material desatualizado, danificado ou ausente não apenas deixa de cumprir sua função: comunica descuido ao shopper, o que impacta a percepção da marca.

Erros que destroem a performance na gôndola: como identificar e corrigir

A maioria dos problemas de performance na gôndola não vem da negociação com o varejista. Vem do que acontece depois que o espaço foi conquistado. Os erros mais comuns que identificamos em campo são:

Produto no nível errado: a cada reorganização do varejista, produtos migram de posição. Sem visita de supervisão para corrigir, o produto sai do eye level e perde visibilidade progressivamente.

Frentes insuficientes: o varejista reduz o número de facings para acomodar novos SKUs ou concorrentes. Sem monitoramento, a marca perde share de gôndola sem perceber.

Preço ausente ou incorreto: o shopper que não encontra o preço do produto tende a não comprar, especialmente em categorias com forte concorrência. Precificação incorreta gera reclamação no caixa e frustração no momento da decisão.

Ruptura sem reposição: o produto esgota na prateleira e o espaço fica vazio ou é ocupado pelo concorrente. Sem alertas de ruptura e rota de reposição dimensionada, o problema se repete.

Material de comunicação danificado ou ausente: peças descoladas, rasgadas ou desatualizadas comprometem a percepção da marca.

Espaço invadido por concorrente: em categorias competitivas, promotores de outras marcas avançam sobre o espaço negociado. Sem supervisão ativa, a marca perde espaço sem acionar o varejista para correção.

Sua marca enfrenta algum desses problemas na gôndola? A Opus audita a execução, identifica os desvios e corrige dentro do ciclo de visita. Fale com nossa equipe.

Como medir a performance na gôndola: indicadores que a Opus utiliza no campo

Taxa de ruptura: percentual de visitas em que o produto foi encontrado sem estoque na prateleira. É o indicador mais direto de perda de venda por execução.

Conformidade de planograma: percentual de visitas em que o produto foi encontrado na posição, nível e número de frentes definidos. Indica se o espaço negociado está sendo mantido.

Share de gôndola: participação percentual da marca no espaço total da categoria em cada loja. Permite comparar o espaço real com o espaço negociado e identificar lojas com desvio.

Presença de material de PDV: percentual de lojas onde o material foi encontrado instalado e em bom estado.

Frequência de visita cumprida: percentual de visitas realizadas conforme rota e frequência planejada. Valida se a operação de campo está sendo executada conforme o escopo contratado.

A Opus entrega relatório desses indicadores por loja e por ciclo de visitas, com evidências fotográficas e comparativo de período. Essa visibilidade permite à indústria tomar decisões sobre rota, frequência e priorização de lojas com base em dados reais de campo.

Gôndola bem executada é resultado de operação estruturada: como a Opus atua

Executar bem na gôndola não é tarefa de um promotor sozinho. É o resultado de uma operação que começa antes da visita ao PDV e termina depois do relatório entregue.

Na Opus, o processo começa com o mapeamento de lojas e a definição de rota com base no potencial de cada ponto. A equipe entra em campo com checklist digital que cobre abastecimento, conformidade de planograma, precificação, material de PDV e registro fotográfico com geolocalização. O supervisor acompanha a execução, valida a conformidade e aciona correção quando há desvio.

Ao final do ciclo, a indústria recebe relatório consolidado com os indicadores de campo, evidências fotográficas e mapa de performance por loja. Esse relatório alimenta as decisões de ajuste de rota, frequência e prioridade de atendimento no ciclo seguinte.

Nosso time é treinado especificamente para o canal alimentar. Cada promotor conhece as dinâmicas de execução por categoria e por formato de varejo, porque é exatamente esse conhecimento que faz diferença entre uma visita que resolve o problema e uma visita que apenas registra que o problema existe.

Conclusão

Gôndola de supermercado não é espaço. É resultado.

Cada centímetro de prateleira conquistado na negociação com o varejista precisa ser mantido, abastecido, monitorado e corrigido para entregar o retorno que a indústria espera. Quando isso não acontece, a marca paga pelo espaço e não recebe o sell-out correspondente.

A pesquisa "A hora certa de ativar o shopper", da Nielsen, apurou que aproximadamente 7 em cada 10 decisões de compra acontecem diante da gôndola. Produto no nível certo, frentes adequadas, preço visível, sem ruptura e com material de comunicação presente: quando esses elementos estão alinhados, a gôndola trabalha a favor da marca. Quando um deles falha, o shopper não espera.

A Opus atua na execução em gôndola no canal alimentar com checklist de conformidade, registro fotográfico com geolocalização, supervisão ativa e relatório de indicadores por loja. Se sua marca tem produto listado nas redes mas os números de sell-out não refletem essa presença, podemos fazer um diagnóstico da sua execução em gôndola e identificar onde as perdas estão acontecendo.

Perguntas frequentes sobre gôndola de supermercado

O que é gôndola de supermercado?

Gôndola de supermercado é a estrutura de prateleiras onde os produtos ficam expostos para o shopper no ponto de venda. É o principal espaço de exposição do varejo alimentar e onde a maioria das decisões de compra acontece. Pode ser seca, refrigerada ou de frios, dependendo da categoria de produto.

O que é share de gôndola?

Share de gôndola é o percentual do espaço total de uma categoria que uma marca ocupa em determinada loja ou rede. Uma marca com maior share de gôndola tem mais frentes visíveis, maior probabilidade de ser notada pelo shopper e, em geral, melhor performance de sell-out dentro da categoria.

O que é planograma e como ele impacta a gôndola?

Planograma é o mapa visual que define onde cada produto deve estar posicionado na gôndola: qual prateleira, qual posição e quantas frentes. Quando o planograma não é seguido em campo, o produto migra de posição, perde frentes para concorrentes e sai do nível de maior visibilidade, comprometendo o sell-out.

O que é ruptura na gôndola e como evitar?

Ruptura é a ausência do produto na prateleira quando o shopper passa. É uma das principais causas de perda de venda no canal alimentar. Para evitar, é necessário dimensionar a frequência de visita com base no giro real do produto por loja e ter um processo de reposição estruturado com alerta de estoque baixo.

Como medir se a execução em gôndola está gerando resultado?

Os principais indicadores são taxa de ruptura, conformidade de planograma, share de gôndola por loja, presença de material de PDV e frequência de visita cumprida. Esses indicadores precisam estar definidos antes da operação começar e ser monitorados por ciclo, com comparativo de período para identificar evolução ou desvio.



Execução PDV

Como reduzir ruptura de gôndola em até 40%: guia prático

Entenda o que é gôndola de supermercado, como o espaço é disputado e como uma execução estruturada impacta o sell-out no canal alimentar.

10 Minutos

gestao folha de pagamento

A gôndola de supermercado é o principal campo de batalha do trade marketing no canal alimentar. É onde o produto encontra o shopper, onde a marca disputa atenção com dezenas de concorrentes e onde uma execução falha se traduz diretamente em venda perdida. Segundo pesquisa "A hora certa de ativar o shopper", da Nielsen, cerca de 70% das decisões de compra são tomadas na frente da gôndola. Isso significa que o destino do sell-out de uma marca é definido, em grande parte, nesse espaço de poucos metros.

Entender a gôndola como ativo estratégico, e não como detalhe operacional, é o que separa marcas que crescem consistentemente no canal alimentar de marcas que investem em produto, distribuição e mídia, mas perdem a venda no último metro.

O problema que encontramos com frequência no campo é diferente. Marcas chegam bem listadas, com estoque disponível e campanhas ativas, mas a execução na gôndola está falhando de formas silenciosas: produto no nível errado da prateleira, frentes insuficientes, preço ilegível, material de comunicação desconfigurado, ruptura não monitorada. Cada um desses desvios reduz a probabilidade de o shopper escolher aquele produto no momento da decisão.

A Opus atua diretamente nesse ambiente. Em cada visita ao PDV, nossa equipe executa checklist de conformidade de gôndola, registra evidências fotográficas com geolocalização e reporta indicadores de presença, ruptura e organização para a indústria. Não escrevemos sobre gôndola como observadores. Operamos nesse espaço todos os dias.

Neste artigo, explicamos o que é gôndola de supermercado, como o espaço é disputado, o que define uma execução de qualidade e como medir se a sua marca está performando bem nesse ambiente.

O que é gôndola de supermercado e por que ela define o sell-out da sua marca

Gôndola de supermercado é a estrutura de prateleiras onde os produtos ficam expostos para o shopper no ponto de venda. É o principal espaço de exposição do varejo alimentar e o ambiente onde a maioria das decisões de compra acontece.

Mas gôndola não é apenas mobiliário. É o resultado de uma série de decisões estratégicas: quais produtos ocupam quais posições, em quantas frentes, em qual nível de prateleira, com qual comunicação visual e com qual frequência de reposição. Cada uma dessas decisões impacta diretamente a visibilidade da marca e a probabilidade de o shopper escolher aquele produto.

Marcas que tratam a gôndola como consequência natural da distribuição perdem para marcas que tratam a gôndola como ativo gerenciado. A diferença não está no produto. Está na execução.

Estrutura física da gôndola: tipos, níveis e organização por categoria

As gôndolas de supermercado variam em formato conforme a categoria de produto e o layout da loja. Os principais tipos no canal alimentar são:

Gôndola seca: estrutura padrão para produtos não perecíveis, como alimentos não refrigerados, bebidas em temperatura ambiente, higiene e limpeza. É o formato mais comum nos corredores de supermercado.

Gôndola refrigerada: estrutura com sistema de resfriamento para laticínios, frios, embutidos, bebidas geladas e alimentos prontos refrigerados. Exige atenção especial ao abastecimento e ao controle de temperatura.

Gôndola de frios e açougue: espaços específicos para categorias de alta rotatividade e shelf life curto, como carnes, queijos e embutidos. A execução nesse tipo de gôndola exige reposição frequente e controle rigoroso de validade.

Dentro de cada gôndola, a posição na prateleira define o potencial de visibilidade do produto. O conceito de eye level is buy level é amplamente validado no varejo: produtos posicionados na altura dos olhos do shopper têm significativamente mais chance de ser notados e escolhidos do que produtos nas prateleiras mais altas ou mais baixas. A disputa por esse espaço é intensa e reflete diretamente nas negociações entre indústria e varejista.

Como o espaço de gôndola é disputado: share, precificação e negociação com varejista

O espaço de gôndola é um recurso escasso. Dentro de uma categoria, diversas marcas competem por posições limitadas, e o varejista define a distribuição desse espaço com base em critérios comerciais, de giro e de relacionamento com a indústria.

Share de gôndola é o percentual do espaço total de uma categoria que uma marca ocupa. Uma marca com 30% de share de gôndola em determinada rede tem três vezes mais frentes visíveis do que uma marca com 10%. Isso impacta diretamente a probabilidade de ser escolhida pelo shopper, especialmente em categorias onde a decisão de compra é feita por impulso ou hábito.

A negociação de espaço com o varejista envolve contrapartidas comerciais: volume de compra, participação em tabloides, verba de cooperação e, em alguns casos, pagamento direto por posição ou ponta de gôndola. Marcas que não têm equipe de campo estruturada para monitorar e manter o espaço negociado perdem esse investimento ao longo do tempo, porque o varejista reorganiza a gôndola conforme sua própria lógica operacional.

O número de facings, ou seja, o número de frentes visíveis de um produto na prateleira, é outro fator crítico. Mais facings significam mais presença visual, mais chances de ser notado e, em geral, melhor performance de sell-out. Mas facings sem reposição adequada resultam em ruptura, que é exatamente o oposto do que se quer.

Execução em gôndola: abastecimento, planograma e presença de material de PDV

O que é planograma e como ele define o posicionamento da sua marca

Planograma é o mapa visual que define onde cada produto deve estar posicionado na gôndola: qual prateleira, qual posição, quantas frentes. Ele é desenvolvido pela indústria ou em conjunto com o varejista e precisa ser seguido com precisão em campo. Quando o promotor não verifica a conformidade do planograma em cada visita, o produto migra de posição, perde frentes para concorrentes e sai do eye level. A Opus incorpora a verificação de conformidade de planograma no checklist padrão de cada visita ao PDV.

Abastecimento é manter o produto disponível na prateleira quando o shopper passa. Ruptura, que é a ausência do produto na gôndola, é uma das principais causas de perda de venda no canal alimentar. O shopper que não encontra o produto que procura raramente espera: ele leva o concorrente ou não compra. A reposição precisa ser dimensionada com base no giro real do produto por loja, com frequência de visita calibrada para evitar espaços vazios.

Material de comunicação no PDV, como wobbler, stopper, faixa de gôndola e testeira, reforça a presença visual da marca no espaço de exposição e atrai a atenção do shopper no corredor. Material desatualizado, danificado ou ausente não apenas deixa de cumprir sua função: comunica descuido ao shopper, o que impacta a percepção da marca.

Erros que destroem a performance na gôndola: como identificar e corrigir

A maioria dos problemas de performance na gôndola não vem da negociação com o varejista. Vem do que acontece depois que o espaço foi conquistado. Os erros mais comuns que identificamos em campo são:

Produto no nível errado: a cada reorganização do varejista, produtos migram de posição. Sem visita de supervisão para corrigir, o produto sai do eye level e perde visibilidade progressivamente.

Frentes insuficientes: o varejista reduz o número de facings para acomodar novos SKUs ou concorrentes. Sem monitoramento, a marca perde share de gôndola sem perceber.

Preço ausente ou incorreto: o shopper que não encontra o preço do produto tende a não comprar, especialmente em categorias com forte concorrência. Precificação incorreta gera reclamação no caixa e frustração no momento da decisão.

Ruptura sem reposição: o produto esgota na prateleira e o espaço fica vazio ou é ocupado pelo concorrente. Sem alertas de ruptura e rota de reposição dimensionada, o problema se repete.

Material de comunicação danificado ou ausente: peças descoladas, rasgadas ou desatualizadas comprometem a percepção da marca.

Espaço invadido por concorrente: em categorias competitivas, promotores de outras marcas avançam sobre o espaço negociado. Sem supervisão ativa, a marca perde espaço sem acionar o varejista para correção.

Sua marca enfrenta algum desses problemas na gôndola? A Opus audita a execução, identifica os desvios e corrige dentro do ciclo de visita. Fale com nossa equipe.

Como medir a performance na gôndola: indicadores que a Opus utiliza no campo

Taxa de ruptura: percentual de visitas em que o produto foi encontrado sem estoque na prateleira. É o indicador mais direto de perda de venda por execução.

Conformidade de planograma: percentual de visitas em que o produto foi encontrado na posição, nível e número de frentes definidos. Indica se o espaço negociado está sendo mantido.

Share de gôndola: participação percentual da marca no espaço total da categoria em cada loja. Permite comparar o espaço real com o espaço negociado e identificar lojas com desvio.

Presença de material de PDV: percentual de lojas onde o material foi encontrado instalado e em bom estado.

Frequência de visita cumprida: percentual de visitas realizadas conforme rota e frequência planejada. Valida se a operação de campo está sendo executada conforme o escopo contratado.

A Opus entrega relatório desses indicadores por loja e por ciclo de visitas, com evidências fotográficas e comparativo de período. Essa visibilidade permite à indústria tomar decisões sobre rota, frequência e priorização de lojas com base em dados reais de campo.

Gôndola bem executada é resultado de operação estruturada: como a Opus atua

Executar bem na gôndola não é tarefa de um promotor sozinho. É o resultado de uma operação que começa antes da visita ao PDV e termina depois do relatório entregue.

Na Opus, o processo começa com o mapeamento de lojas e a definição de rota com base no potencial de cada ponto. A equipe entra em campo com checklist digital que cobre abastecimento, conformidade de planograma, precificação, material de PDV e registro fotográfico com geolocalização. O supervisor acompanha a execução, valida a conformidade e aciona correção quando há desvio.

Ao final do ciclo, a indústria recebe relatório consolidado com os indicadores de campo, evidências fotográficas e mapa de performance por loja. Esse relatório alimenta as decisões de ajuste de rota, frequência e prioridade de atendimento no ciclo seguinte.

Nosso time é treinado especificamente para o canal alimentar. Cada promotor conhece as dinâmicas de execução por categoria e por formato de varejo, porque é exatamente esse conhecimento que faz diferença entre uma visita que resolve o problema e uma visita que apenas registra que o problema existe.

Conclusão

Gôndola de supermercado não é espaço. É resultado.

Cada centímetro de prateleira conquistado na negociação com o varejista precisa ser mantido, abastecido, monitorado e corrigido para entregar o retorno que a indústria espera. Quando isso não acontece, a marca paga pelo espaço e não recebe o sell-out correspondente.

A pesquisa "A hora certa de ativar o shopper", da Nielsen, apurou que aproximadamente 7 em cada 10 decisões de compra acontecem diante da gôndola. Produto no nível certo, frentes adequadas, preço visível, sem ruptura e com material de comunicação presente: quando esses elementos estão alinhados, a gôndola trabalha a favor da marca. Quando um deles falha, o shopper não espera.

A Opus atua na execução em gôndola no canal alimentar com checklist de conformidade, registro fotográfico com geolocalização, supervisão ativa e relatório de indicadores por loja. Se sua marca tem produto listado nas redes mas os números de sell-out não refletem essa presença, podemos fazer um diagnóstico da sua execução em gôndola e identificar onde as perdas estão acontecendo.

Perguntas frequentes sobre gôndola de supermercado

O que é gôndola de supermercado?

Gôndola de supermercado é a estrutura de prateleiras onde os produtos ficam expostos para o shopper no ponto de venda. É o principal espaço de exposição do varejo alimentar e onde a maioria das decisões de compra acontece. Pode ser seca, refrigerada ou de frios, dependendo da categoria de produto.

O que é share de gôndola?

Share de gôndola é o percentual do espaço total de uma categoria que uma marca ocupa em determinada loja ou rede. Uma marca com maior share de gôndola tem mais frentes visíveis, maior probabilidade de ser notada pelo shopper e, em geral, melhor performance de sell-out dentro da categoria.

O que é planograma e como ele impacta a gôndola?

Planograma é o mapa visual que define onde cada produto deve estar posicionado na gôndola: qual prateleira, qual posição e quantas frentes. Quando o planograma não é seguido em campo, o produto migra de posição, perde frentes para concorrentes e sai do nível de maior visibilidade, comprometendo o sell-out.

O que é ruptura na gôndola e como evitar?

Ruptura é a ausência do produto na prateleira quando o shopper passa. É uma das principais causas de perda de venda no canal alimentar. Para evitar, é necessário dimensionar a frequência de visita com base no giro real do produto por loja e ter um processo de reposição estruturado com alerta de estoque baixo.

Como medir se a execução em gôndola está gerando resultado?

Os principais indicadores são taxa de ruptura, conformidade de planograma, share de gôndola por loja, presença de material de PDV e frequência de visita cumprida. Esses indicadores precisam estar definidos antes da operação começar e ser monitorados por ciclo, com comparativo de período para identificar evolução ou desvio.



Leia também

Sell Out

Merchandising

Saiba o que uma empresa de trade marketing faz, como diferenciá-la de outros fornecedores e quais critérios usar para escolher o parceiro certo.

10 Minutos

Sell Out

Merchandising

Saiba o que uma empresa de trade marketing faz, como diferenciá-la de outros fornecedores e quais critérios usar para escolher o parceiro certo.

10 Minutos

Sell Out

Execução PDV

Entenda o que é ponto extra no PDV, como negociar com o varejista e o que é necessário para executar e monitorar com resultado real no canal alimentar.

10 Minutos

Sell Out

Execução PDV

Entenda o que é ponto extra no PDV, como negociar com o varejista e o que é necessário para executar e monitorar com resultado real no canal alimentar.

10 Minutos

Sell Out

Gestão de Promotores

Saiba o que envolve a gestão de equipe de campo no trade marketing, como estruturar cada etapa e quando faz sentido terceirizar essa operação.

10 Minutos

Sell Out

Gestão de Promotores

Saiba o que envolve a gestão de equipe de campo no trade marketing, como estruturar cada etapa e quando faz sentido terceirizar essa operação.

10 Minutos